| Título | Entidade | Exercício | Responsável | Amostragens | Situação | Última atividade | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nenhuma auditoria cadastrada | |||||||
Entidade e exercício herdados da auditoria.
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| # | Campo padrão | Coluna da planilha |
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O PAFI é um sistema de amostragem estatística para auditoria financeira. Ele atende a testes substantivos, que verificam se valores registrados nas demonstrações financeiras estão corretos, e a testes de controle, que verificam se os controles internos operam com eficácia. O sistema serve auditores responsáveis por planejar a extensão de um teste, calcular o tamanho da amostra, selecionar os itens e avaliar os resultados encontrados.
O cálculo estatístico e a seleção dos itens são feitos por código determinístico. A inteligência artificial é usada apenas para validar a consistência qualitativa dos parâmetros informados e redigir a narrativa do relatório com os números já calculados pelo backend.
| Norma | O que governa no sistema |
|---|---|
| ISA 530 / NBC TA 530 | Amostragem em auditoria: desenho, tamanho, seleção, projeção e avaliação da amostra. |
| ISSAI 2530 | Adoção da ISA 530 pela INTOSAI para o setor público; a numeração anterior era ISSAI 1530. |
| ISA 320 / NBC TA 320 | Materialidade e materialidade para execução, base de onde deve derivar a distorção tolerável. |
| ISA 450 / NBC TA 450 | Avaliação das distorções identificadas: factuais, projetadas e de julgamento. |
| ISA 500 / NBC TA 500 | Evidência de auditoria e seleção de itens para teste: todos os itens, itens específicos ou amostragem. |
| AICPA Audit Guide: Audit Sampling | Tabelas de fatores de confiabilidade e de avaliação para MUS; base das tabelas usadas no sistema. |
| ISSAI 100 / ISSAI 200 | Princípios gerais de auditoria do setor público. |
As tabelas AICPA usadas no PAFI foram conferidas contra a planilha de referência do auditor.
A amostragem por unidade monetária pressupõe população de valores positivos. Itens com valor zero ou não numérico são excluídos da população e listados à parte. Itens com valor negativo são separados como população própria, fora do Valor Monetário da População (VMP) e fora do sorteio, e devem ser testados em procedimento específico de subavaliação. O VMP é calculado apenas sobre os itens positivos. Quando há seleção direcionada (valor já testado por outro procedimento) ou itens-chave (valor acima da materialidade de execução), esses valores são retirados antes do cálculo do tamanho da amostra.
O Risco de Aceitação Incorreta (DR) é informado diretamente pelo auditor. A Distorção Tolerável (DT) deve derivar da materialidade de execução definida no planejamento; quando não informada, o sistema aplica um default de 2% do VMP, que é apenas um alerta de referência e não deve ser adotado sem análise do auditor. A Distorção Esperada (DE) tem default de 10% da DT.
O Fator de Confiabilidade (FC) vem da tabela AICPA, cruzando o DR informado com a razão DE/DT.
Todo item com valor maior ou igual ao intervalo de amostragem (SI) entra no estrato superior com probabilidade de seleção de 100%, testado integralmente.
Os itens restantes formam o estrato inferior, sorteado por seleção sistemática por unidade monetária: início aleatório derivado da semente de amostragem, depois um ponto a cada intervalo SI sobre o valor acumulado, sem repetição por construção. A probabilidade de seleção de cada item do estrato inferior é o seu valor dividido pelo intervalo de amostragem.
Quando o tamanho de amostra calculado é maior ou igual ao tamanho da população residual, o teste passa a ser integral: todos os itens são examinados, sem sorteio.
Cada amostragem registra a semente usada no sorteio. A partir da mesma população e dos mesmos parâmetros, qualquer terceiro pode reexecutar o sorteio com essa semente e conferir que a amostra apresentada corresponde à selecionada.
Depois de examinar os itens da amostra e registrar o valor auditado de cada um, o sistema calcula:
A conclusão compara o ULM com a DT: ULM dentro da DT suporta aceitar o saldo; ULM acima da DT indica que a amostra não suporta a aceitação. Subavaliações (valor auditado maior que o contábil) são tratadas à parte, fora da projeção de superestimação do MUS.
O MUS não é adequado para testar subavaliação, nem para populações majoritariamente compostas por valores negativos. A avaliação atual não trata itens-chave com distorção como estrato separado além do registro do valor real auditado.
Exemplo numérico completo: VMP 337.413.855,87; DT 10.999.196,28; DR 5%; DE = 10% da DT; FC 3,68; n = 113; intervalo de amostragem 2.985.963,33; estrato superior com 13 itens e 292.002.630,33; estrato inferior com 16 itens e 45.411.225,54; amostra efetiva de 29 itens (13 + 16).
| Critério | Quando ocorre | Como entra na avaliação |
|---|---|---|
| Estrato superior | Valor do item >= intervalo de amostragem (SI) | Probabilidade 100%; distorção entra pelo valor integral |
| MUS (estrato inferior) | Item interceptado pelo sorteio sistemático por unidade monetária | Probabilidade = valor / SI; distorção projetada pelo tainting × SI |
| Integral | Tamanho de amostra calculado (n) >= população residual | Todos os itens testados; sem projeção estatística |
| Item-chave | Valor >= materialidade de execução informada | Teste 100%; distorção entra pelo valor integral |
| Aleatória | Método aleatório simples (Cochran), quando escolhido no lugar do MUS | Cada item com igual probabilidade; sem estratificação por valor |
| Trivial excluído | Valor abaixo do limite trivial definido | Não entra na amostra nem na projeção; listado à parte |
| Zero excluído | Valor zero ou não numérico | Excluído da população MUS; listado à parte |
| Negativo separado | Valor negativo | Fora do VMP e do sorteio; testar em população própria de subavaliação |
z é o z-score do nível de confiança escolhido; s² é a variância estimada da população; e é o erro tolerável por item. A segunda fórmula aplica a correção para população finita, usada quando a amostra inicial (n0) representa uma fração relevante da população (N).
Esse método é indicado quando cada item deve ter igual probabilidade de seleção, independente do seu valor monetário, por exemplo em populações homogêneas ou quando o objetivo do teste não é dirigido por magnitude.
Nos testes de controle, o tamanho da amostra é calculado por distribuição binomial, a partir de três parâmetros: o risco de amostragem (probabilidade de aceitar incorretamente o controle como eficaz), a taxa de desvio tolerável (máxima taxa de desvio aceitável para concluir que o controle funciona) e a taxa de desvio esperada (taxa que o auditor espera encontrar, com base em conhecimento prévio). Esse método é usado quando o objetivo é verificar se um controle interno foi executado conforme desenhado, e não avaliar um valor monetário.
Fator de Confiabilidade (FC) por Risco de Aceitação Incorreta (DR) e razão Distorção Esperada / Distorção Tolerável (DE/DT):
| DR \ DE/DT | 0% | 5% | 10% | 15% | 20% | 25% | 30% |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1% | 4,61 | 6,64 | 7,41 | 10,05 | 11,61 | 13,11 | 14,57 |
| 5% | 3,00 | 3,31 | 3,68 | 4,11 | 4,63 | 5,24 | 6,00 |
| 10% | 2,31 | 2,52 | 2,77 | 3,07 | 3,41 | 3,83 | 4,33 |
| 15% | 1,90 | 2,06 | 2,25 | 2,47 | 2,73 | 3,04 | 3,41 |
| 20% | 1,61 | 1,74 | 1,89 | 2,06 | 2,26 | 2,49 | 2,77 |
| 25% | 1,39 | 1,49 | 1,61 | 1,74 | 1,90 | 2,09 | 2,30 |
| 30% | 1,21 | 1,29 | 1,39 | 1,49 | 1,62 | 1,76 | 1,93 |
| 50% | 0,70 | 0,73 | 0,77 | 0,82 | 0,87 | 0,92 | 0,99 |
As tabelas AICPA usadas no PAFI foram conferidas contra a planilha de referência do auditor.
Cada amostragem registra a semente usada no sorteio, permitindo reexecutar a seleção e conferir que a amostra apresentada corresponde à sorteada, a partir da mesma população e dos mesmos parâmetros.
A exportação em Excel gera três abas: Parâmetros, com o modelo de risco e o cálculo; População completa, com a classificação de cada item (selecionado, item-chave, trivial ou normal); e Amostra selecionada, com os itens sorteados e seus critérios de seleção.
A exportação em Word gera o relatório com identificação, modelo de risco, materialidade, cálculo, amostra e a narrativa redigida a partir dos números do backend.
O histórico de amostragens fica vinculado à auditoria correspondente. Cada auditor vê apenas as auditorias e amostragens que criou; o administrador vê todas.
| Nome | Login | Perfil | Status | Criado em | |
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